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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Rede Cegonha: Açailândia firma convênio com governo federal na ordem de mais de três milhões e meio de reais para a saúde.


A população será beneficiada com uma Unidade Intermediária Neonatal, uma Unidade de Neonatologia Cangurú, um Centro de Parto Normal, uma UTI Neonatal e uma Enfermaria Obstetrícia.



Açailândia - Através de uma equipe técnica altamente qualificada e competente, a Secretaria Municipal de Saúde conseguiu convênio com o governo federal, através do Ministério da Saúde, que vai garantir a ampliação de muitos serviços prestados à população no Hospital Público do Município – O Programa Rede Cegonha, alvo de inúmeros municípios brasileiros requer uma série de pré-requisitos para o estabelecimento de convênios e liberação de recursos – O município de Açailândia seguiu todas as etapa pré-determinadas pelo governo federal, e diferente de muitos municípios maranhenses será beneficiada com recursos na ordem de R$ 3.509.570,00 (Três milhões quinhentos e nove mil e quinhentos e setenta reais).

Os recursos chamados “carimbados” serão distribuídos em vários outros subprogramas que serão instalados no Hospital Municipal de Açailândia como: uma Unidade Intermediária Neonatal, uma Unidade de Neonatologia Cangurú, um Centro de Parto Normal, uma UTI Neonatal e uma Enfermaria Obstetrícia.

A Rede Cegonha é um programa do Governo Federal que está sendo implantado em todos os Estados. É um programa do Sistema Único de Saúde – SUS e propõe a melhoria do atendimento às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto e também ao recém- nascido e às crianças até dois anos de idade.

A Rede Cegonha propõe maior disponibilidade de atendimento no pré-natal, garantia de realização de todos os exames necessários, inclusive um exame de ultrassonografia, encaminhamento para atendimento se houver alguma complicação durante a gravidez e vinculação da gestante à maternidade de referência para o parto.

Os profissionais de saúde estarão mais preparados para acolher a gestante e a criança e atendê-la com segurança e o cuidado mais humanizado.

Objetivos

- Realização de pré-natal (de risco habitual e de alto risco) com captação precoce da gestante, com realização dos exames preconizados e com acesso aos resultados destes em tempo oportuno;

- Acolhimento às intercorrências na gestação;

- Prevenção e tratamento das DST/HIV/Aids e Hepatites;

- Suficiência de leitos obstétricos e neonatais (UTI, UCI e Canguru);

- Práticas de atenção à saúde baseada em evidências científicas;

- Acompanhamento da puérpera e da criança na atenção básica com visita domiciliar na primeira semana após a realização do parto e nascimento bem, como a busca ativa de crianças vulneráveis;

- Orientação e oferta de métodos contraceptivos;

- Promoção do acesso ao transporte seguro nas situações de urgência para as gestantes, as puérperas e os recém-nascidos de alto risco;

- Implantação e/ou implementação da regulação de leitos obstétricos e neonatais, assim como a regulação de urgências e a regulação ambulatorial (consultas e exames), entre outras.

A Rede Cegonha sistematiza e institucionaliza um modelo de atenção ao parto e ao nascimento que vem sendo discutido e construído no país desde os anos 90, com base no pioneirismo e na experiência de médicos, enfermeiros, parteiras, doulas, acadêmicos, antropólogos, sociólogos, gestores, formuladores de políticas públicas, gestantes, ativistas e instituições de saúde, entre muitos outros.

Trata-se de um modelo que garante às mulheres e às crianças uma assistência humanizada e de qualidade, que lhes permite vivenciar a experiência da gravidez, do parto e do nascimento com segurança, dignidade e beleza. Não se pode esquecer jamais que dar à luz não é uma doença, mas uma função fisiológica e natural que constitui uma experiência única para a mulher e o(a) parceiro(a) envolvido(a).

O município de Açailândia agora passará a contar com o Programa Rede Cegonha, uma luta iniciada desde os primeiros dias dessa nova administração, pois foi sempre entendimento da secretaria municipal de saúde da importância da ampliação do acesso e da melhoria da qualidade do pré-natal, da vinculação da gestante à unidade de referência e ao transporte seguro, da implementação de boas práticas na atenção ao parto e nascimento, incluindo o direito ao acompanhante de livre escolha da mulher no parto, da atenção à saúde das crianças de 0 a 24 meses e do acesso às ações de planejamento reprodutivo.

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