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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Presidente da Câmara de Açailândia afirma que decisões foram tomadas para resguardar o Legislativo

A presidente da Câmara Municipal de Açailândia, Lennilda Costa, afirmou que não pode agir de forma precipitada e por emoção, optando sempre pela forma mais correta e pela manutenção das normas legislativas.

Ontem (25), a presidente da Câmara de Açailândia, vereadora Lennilda Costa (PMN), afirmou que todas suas atitudes em relação a denúncia apresentada à Casa pelo senhor Cleones Oliveira Matos, seguiram os ritos normais, sem negar ao denunciante a apreciação da denúncia pelo plenário ou aos vereadores seu direito de análise.

De acordo com a presidente, as providências por ela tomadas, visaram evitar que a emoção e a precipitação expusessem a Casa, o que ela reafirma com a decisão judicial, que determinou ao Legislativo o não afastamento da prefeita Gleide Santos (PMDB), diante unicamente a denúncia. “Se as ações fossem tomadas de forma precipitada, como alguns queriam, a Câmara teria afastado a prefeita e logo depois ela retornaria ao cargo por força de liminar, o que além de ser uma vergonha para os vereadores, geraria prejuízos ao município, através da instabilidade político administrativa”, disse Lennilda.

A presidente reforça que seguindo a normalidade, a denúncia foi lida, acatada, a comissão processante foi formada e agora as investigações seguirão. “No seu tempo tudo foi realizado dentro da normalidade e da legalidade, tanto que eu mesma fui sorteada para compor a comissão e não declarei impedimento algum. Sou membro e vou desempenhar as funções atribuídas para chegar a um resultado correto, independendo de qual seja”, garantiu.

Lennilda afirmou ainda que compreende as manifestações ocorridas na Câmara como um aspecto normal do processo democrático e que sempre a Casa estará aberta a quem queira participar das sessões de forma ordeira e tranquila. “Não se pode levar a opinião de cada um para o lado pessoal. Infelizmente pelo calor do momento, as emoções levam as pessoas a agirem de forma mais rígida, mas isso tudo é normal e deve ser relevado”, frisou.

Com relação aos boatos de uma possível cassação do seu mandato ou de uma eventual prisão, dada na cidade já como ocorrida, a presidente da Câmara declarou que não passam de colocações de pessoas desinformadas, que utilizam de sua ignorância para confundir a população e criar factoides. “Esse tipo de gente, que se maquia de imprensa, já é bem conhecida em Açailândia. Seu descrédito é tão grande, que quando as pessoas vinham a mim falar da ‘estória’ da prisão, já chegavam sorrindo, tamanho o absurdo. E quanto a questão da cassação, nada há na Câmara neste sentido e muito menos em minha conduta como gestora, que possa resultar nisso”, expôs.

Encerrando a entrevista, ao blog a presidente da Câmara foi enfática ao afirmar que as diferenças que ocorrem no Legislativo atualmente são meramente de cunho ideológico e que as relações internas continuam em equilíbrio. “O que ocorre no plenário, fica no plenário. Fora dele somos todos companheiros e colegas se respeita e ao final, só querem o bem da cidade.

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